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18 agosto 2015

Mochileira recomenda - Dan Brown


Oi Mochileiros,

Tudo bem ?

No Mochileira recomenda de hoje, vou falar sobre o autor Dan Brown, e os seus livros apaixonantes, eu tenho vários autores que amo, mas o Dan Brown tem um lugar especial no meu coração. Já li todas as obras dele e simplesmente gosto de todas, a escrita dele é fluida e cativante e cheia de reviravoltas, os livros dele são do tipo que você não quer largar até terminar de ler, misturando história, mitologia, arquitetura, cidades maravilhosas, protagonistas inteligentes, e mistérios.

O gênero literário dele é uma mistura de romance policial com suspense, e o seu mais famoso protagonista é o Robert Langdon, um simbologista muito esperto. Dan Brown foi/é um sucesso tão grande que seus livros já foram traduzidos para mais de cinquenta idiomas, além de ter sido considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time.

A forma que ele monta as tramas e reviravoltas de suas histórias é coisa de mestre, misturando teorias de conspiração com simbologia, e nos deixando apreensivos ate chegar a última página.

  • Leia mais sobre ele aqui
  • Site oficial dele aqui.

Resenha de sua obras

  • Resenha do livro Ponto de impacto. (link)
  • Resenha do livro Fortaleza digital. (link)
  • Resenha do livro Anjos e demônios. (link)
  • Resenha do livro O código da Vinci. (link)
  • Resenha do livro Inferno. (link)
  • Resenha do livro O simbolo perdido. (link)

E ai já leram algum livro dele ? Me contem ai nos comentários.  :)

Beijos!

23 outubro 2014

Mochileira recomenda - Jules Verne


Oi Mochileiros,

Tudo bem?

No Mochileira recomenda de hoje, vou falar um pouco sobre o autor Jules Verne (aka Julio Verne) e os seus livros incríveis, ele é um daqueles autores que você se apaixona no primeiro livro que lê, pois a escrita dele é bem desenvolvida e simples, a historia se desenrola de maneira natural e com uma fluidez incrível, quando você menos esperar, já terminou o livro. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção cientifica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, suas histórias futuristas e muito reais fizeram os livros de Verne populares em todo o mundo. Dentre todos os que eu já li, meu favorito é Vinte mil léguas submarinas, Nautilius e capitão Nemo me cativaram profundamente. Com mais de cem livros publicados e um dos autores mais traduzidos do mundo, essa é a indicação de hoje.

Nesse link aqui, tem uma biografia mais completa da vida dele, vale super a pena o clique, pois Jules é um desses autores que não só escreve livros incríveis, como tem vidas com fatos tão incríveis quanto, por exemplo, aos onze anos ele tentou fugir para virar marinheiro, na verdade ele fugiu, mas foi encontrado pelo pai, que muito irado lhe deu uma surra de chicote.

Resenhas de alguns dos seus títulos mais conhecidos:

  • Resenha do Livro Vinte mil léguas submarinas (Aqui)
  • Resenha do Livro Viagem ao centro da terra (Aqui)
  • Resenha do livro Volta ao mundo em 80 dias (Aqui)
  • Resenha do livro A ilha misteriosa (Aqui)
Espero que gostem da recomendação e dêem uma chance a esse autor incrível e me contem nos comentários qual dos livros dele vocês ficaram com vontade de ler. :)


Beijos!






18 outubro 2014

Como atirar vacas no precipício


                                                   
Oi Mochileiros,

Tudo bem?

O texto abaixo é o meu favorito de um livro de contos chamado " Como atirar vacas no precipício ", o conto trás uma reflexão sobre a vida, sobre como as pessoas encaram as dificuldades, e como as vezes nós não devemos questionar certas mudanças, apenas aceita-las e seguir em frente. Por que no fim, amanhã sempre será um novo dia, com um milhão de novas possibilidades.

Como atirar vacas no precipício



Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou: - O senhor tem razão. Veja este lugar… Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis.
- Eu disse aprender e ensinar – retrucou o mestre. Constatar o que acontece não basta; é preciso verificar as causas, pois só entendemos o mundo quando entendemos as causas.
Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas.
- O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas – observou o mestre ao pai de família. Como sobrevivem aqui?
E o homem, calmamente, respondeu.
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto nós vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo.
O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:
- Pegue a vaquinha daquele homem, leve-a ao precipício e jogue-a lá embaixo.
- Mas ela é a única forma de sustento da família! – espantou-se o discípulo.
O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória.
Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente.
Ao chegar lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático.
- Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos?
- Continuam donos do sítio.
Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida.
- Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu – disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas.
Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!

Moral da história: Algumas mudanças por mais difíceis que sejam, são necessárias, deve-se erguer a cabeça e seguir em frente.

  • Texto retirado do livro "Como atirar vacas no precipício" da autora Alzira Castilho.
E vocês estão precisando atirar vacas no precipício? Gostaram do texto? Me contem ai nos comentários. :)

Beijos !