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10 outubro 2015

Porque o bocejo é contagioso ?



Oi Mochileiros,

Tudo bem?

O titulo do post veio do nome de um dos meus livros favoritos da autora e neurocientista Suzana Herculano-Houzel, não sei se vocês iram se recordar de um quadro que passava no Fantástico chamado NeuroLÓGICA , esse livro foi o que deu origem ao quadro, quem apresentava era a própria Suzana, basicamente o livro e o quadro respondem de forma simples, mas ao mesmo tempo em termos científicos, o porque de certas coisas que a gente sempre quis saber como acontece, mas nunca soube onde procurar a resposta. Como por exemplo :

  • Porque o bocejo é contagioso?
  • Porque sofremos com filmes que sabemos ser de ficção?
  • Porque sentimos saudade?
  • Porque choramos?
  • Porque roemos as unhas?
  • Porque comer dá sono?              
Para quem gosta de saber o porque das coisas, ou entender como funciona o corpo humano de uma forma divertida e fácil, o livro é um prato cheio. Recomendadíssimo!
Vou colocar abaixo o texto que responde a pergunta no titulo do post.

Porque o bocejo é contagioso?


Na verdade,não é só o bocejo que é contagioso; ele é apenas mais um tipo de comportamento por imitação, embora seja especial por nos escapar ao controle e ser extraordinariamente difícil, se não impossível, de suprimir. Graças ao acionamento automático dos neurônios-espelho no cérebro, como você acaba de ver, todas as ações que vemos alguém fazer á nossa frente são automaticamente imitadas por nós - ao menos em pensamento. Nosso cérebro ensaia mentalmente, com esses neurônios, os passos de dança ou o saque de tênis que vê o professor fazer, repete silenciosamente o gesto de girar a chave da fechadura ou quer nos reclinar na cadeira quando vê a pessoa à nossa frente fazer isso.

Se não somos macacos de imitação em permanência é porque um sistema poderoso de inibição de ações inapropriadas, que envolve o córtex pré-frontal, nos impede de levar a cabo todas as ações que os neurônios-espelho preparam automaticamente por imitação. A ação velada desses neurônios é suficiente para que eles nos sirvam para ler as intenções e as ações dos outros, sem que cheguem a causar, de fato, o mesmo comportamento. Algumas ações, no entanto, escapam ao controle pré-frontal. O bocejo, por exemplo, é um conjunto de ações reguladas pelo hipotálamo, uma estrutura na parte de baixo do cérebro, bem distante da influência das regiões mais anteriores do córtex.

Ao que tudo indica, do mesmo modo que os neurônios-espelho pré-motores, os neurônios do circuito que leva ao bocejo podem ser ativados tanto por necessidades internas, como falta de oxigênio, quanto porque vimos alguém bocejar ou lemos a palavra "bocejo". (Aliás,a esta altura você provavelmente já começou a bocejar lendo este texto!) Assim com todos os caminhos levam a Roma, todas as idéias associadas com o circuito do bocejo são capazes de ativá-lo. À diferença de imitar um passo de dança ou fazer qualquer outra ação com pés ou mãos que vemos alguém fazer, no entanto, uma vez ativado o circuito do bocejo não tem quem o iniba. O resultado você conhece: o bocejo "pega".

E qualquer outro comportamento que não esteja sujeito ao mesmo controle também é contagioso. Se você ouve as palavras"inspire profundamente", seu cérebro prepara os neurônios do bulbo, outra estrutura bem distante do controle inibitório pré-frontal, para inspirar profundamente.Com tanta preparação, você acaba assumindo autoria do comportamento preparado e vai sentindo cada vez mais vontade de inspirar profundamente, até que a tal inspiração profunda se torna irresistível.(E aí,já respirou profundamente?) É possível que tanto contágio comece, na verdade, com aqueles neurônios-espelho. Pessoas altamente empáticas, que têm neurônios-espelho especialmente sensíveis ás ações alheias, são também as que mais facilmente"contraem" vontades irresistíveis de bocejar ou respirar profundamente só de ver alguém fazer isso.

A Suzana mantém também um site,onde posta coisas sobre neurociência no cotidiano e curiosidades, o link é esse aqui.

Espero que gostem da indicação e me contem ai nos comentários se vocês bocejaram e se ficaram com vontade de ler o livro.

Beijos!

07 outubro 2015

Livros clássicos que todos deveriam ler


Oi Mochileiros,

Tudo bem ?

Quando termino de ler um livro, e risco ele da minha lista, sempre pesquiso por indicações de novos para ler em seguida; livros clássicos são uma grande paixão para mim, pois para um livro ser lido e relançado várias vezes, ele tem que ter algo de especial, fiz uma lista de alguns dos clássicos que já li, e indico para vocês, são temáticas variadas, por isso acredito que pelo menos um deles vai agradar seu gosto.

Drácula - Bram stoker 


Bram Stoker é o criador genial de uma das mais famosas e horripilantes histórias de terror de todos os tempos. Baseado no folclore da Transilvânia e num personagem real (o rei Vlad, o Empalador), redigiu um relato que tem assombrado gerações consecutivas de leitores, transformando-se num mito adaptado para o cinema, quadrinhos e TV, talvez o mais significativo destes últimos dois séculos. Drácula é uma história de vampiros e lobisomens, de criaturas que estando mortas permanecem vivas. É também uma história de pessoas corajosas que se lançam à destruição de uma insólita e maléfica ameaça. Como quer que seja, permanece intacta nestas páginas a mesma emoção de milhões de leitores e espectadores que penetraram na história que se inicia num castelo desolado nas sombrias florestas da Transilvânia. Lá, um jovem inglês é mantido em cativeiro, à espera de um destino terrível. Longe dele, sua noiva bela e jovem é atacada por uma doença misteriosa que parece extrair o sangue de suas veias. Por trás de tudo, a força sinistra que ameaça suas vidas: Conde Drácula, o vampiro vindo do fundo dos séculos.

Frankenstein - Mary Shelley


Há quase duzentos anos, a escritora britânica Mary Shelley escreveu aquele que é considerado por muitos o primeiro romance de ficção científica e uma das maiores obras de terror de todos os tempos: Frankenstein. O livro conta a história do jovem e impetuoso Victor Frankenstein, que deixa família e amigos na Suíça e vai estudar na Alemanha. Sempre muito curioso sobre os mistérios da criação, ele não consegue se livrar de uma pergunta que o atormenta: de onde vem a vida? Após muitas tentativas, o Dr. Frankenstein acaba criando um ser semelhante aos homens. Ou nem tão semelhante assim, já que o que ele acaba inspirando são terror e medo. A história da criatura que foge ao controle do seu criador mostra as consequências da ambição desmedida e levanta discussões sobre os limites da pesquisa científica.

O médico e o monstro - Robert Louis Stevenson

Todo mundo tem um lado bom e um lado mau. Com essa ideia em mente, Robert Louis Stevenson criou uma das mais famosas histórias de terror e suspense da literatura. O médico e o monstro conta passo a passo como o Dr. Jekyll, um respeitado médico inglês, vai se afastando do convívio com os amigos, ao mesmo tempo em que o assustador e misterioso Sr. Hyde parece ter cada vez mais influência sobre ele. A partir do momento em que alguns crimes brutais passam a assustar os moradores da Londres do século XIX, um amigo do Dr. Jekyll, o advogado Utterson, começa a suspeitar que algo muito estranho está acontecendo e inicia sua própria investigação.
O médico e o monstro, publicado pela primeira vez em 1886, se tornou um sucesso instantâneo e trouxe celebridade a Robert Louis Stevenson, que abordou de forma engenhosa um tema tão complexo como o da divisão interna do indivíduo.


Vinte Mil Léguas Submarinas - Jules Verne


Publicado em 1870, Vinte mil léguas submarinas é uma das obras de aventura quintessenciais da literatura ocidental. Mais do que isso, o francês Jules Verne ajudou a estabelecer um tipo de romance que, sem abrir mão por um segundo da mais eletrizante carga de entretenimento, apresentava e discutia as principais questões que norteavam o conhecimento científico de seu tempo. E ia além, perscrutando o futuro. A aventura começa quando Dr. Pierre Arronax é convidado pelo Secretário da Marinha dos Estados Unidos a participar de uma expedição de pesquisa naval a bordo do Abraham Lincoln. O objetivo é encontrar um monstro marinho, avistado no Oceano Pacífico. Durante o confronto, Arronax, seu criado Conseil e o arpoador canadense Ned Land são lançados ao mar, para serem subsequentemente resgatados pelo submarino do capitão Nemo, o Nautilus.
Narrado por Arronax, o livro é um vasto passeio pelos oceanos do mundo e suas maravilhas submarinas, descritas em detalhes por Verne. Não é apenas a tecnologia que o interessa, mas também a fauna e a geografia marítimas, tudo reforçado em seu maravilhamento da imaginação — como no episódio da luta da tripulação do Nautilus contra uma lula gigante. Episódios de um romance que tem encantado gerações de leitores de todo o mundo há mais de um século.

Moby Dick - Herman Melville


Ishmael é um marinheiro experiente que decide fazer sua primeira viagem num navio baleeiro. Ele conhece Queequeg, um nativo do Pacífico, e os dois embarcam no Pequod, o navio do misterioso capitão Ahab. Na tripulação havia um certo grupo oculto que os marinheiros chamavam 'os demônios de Ahab'; eles eram chefiados por Fedallah. O objetivo da viagem de Ahab era vingar-se de Moby Dick, a lendária baleia que comeu sua perna. Muita gente do mar conhece a baleia branca. Sempre se encontra quem conte histórias e mais histórias sobre seu tamanho, força, ferocidade, inteligência. Parece em tudo uma baleia extraordinária, dotada de vontade e raciocínio, um ser superior. Finalmente, depois de muito tempo já no mar, o próprio Ahab é quem avista, à distância, Moby Dick. A baleia é realmente colossal. Cada salto dela no ar, seguido de seu estrondoso mergulho no oceano, espanta cada vez mais a tripulação do Pequod. Moby Dick sai vitorioso do primeiro confronto. O bote do capitão - o que transportava Fedallah e os demais 'demônios' - é destruído. Ahab é salvo, mas Fedallah e seus homens somem. No dia seguinte, Fedallah aparece morto. No entanto, Ahab pega num bote para, outra vez, perseguir Moby Dick. Mas a baleia branca se volta e investe contra o Pequod, que afunda. Ahab é arrastado para as profundezas, preso à corda do último arpão que conseguira cravar em Moby Dick. A gloriosa baleia branca prossegue seu domínio sobre os oceanos.

Pollyanna - Eleanor H. Porter

Uma menina de onze anos, que após a morte de seu pai, um missionário pobre, se muda de cidade para ir morar com uma tia rica e severa que não conhecia anteriormente. No seu novo lar, passa a ensinar, às pessoas, o "jogo do contente" que havia aprendido de seu pai. O jogo consiste em procurar extrair algo de bom e positivo em tudo, mesmo nas coisas aparentemente mais desagradáveis.
É uma história sobre o amor, a amizade, e sobretudo, sobre o surpreendente poder de transformação que os jovens e as crianças podem ter, sem se dar conta. A garotinha irreverente, atrevida, curiosa e, sobretudo, imbatível otimista tornou-se um marco na galeria de protagonistas que se eternizaram na história da literatura. Pollyanna transmite preciosas lições de coragem, perseverança e bom humor e por isso conquistou e continua conquistando o coração dos leitores. 


Espero que gostem do post e me contém nos comentários se vocês já leram algum desses livros e qual o clássico favorito de vocês.

Beijos!

05 agosto 2015

O espelho


Oi Mochileiros,

Tudo bem ?

Fiz um post aqui no blog um tempo atrás sobre o livro " Histórias para aquecer o coração dos adolescentes "(link), no qual falo sobre o livro e trago um dos textos da coletânea dele, relendo o livro esses dias, decidi compartilhar mais um dos textos.

O espelho

- Dr. Papaderos, qual significado da vida?
Seguiu - se a risada habitual e as pessoas se mexeram nas cadeiras, querendo ir embora.
Papaderos levantou a mão, silenciado a sala, e me olhou por um longo tempo, perguntando com os olhos se eu estava falando sério e vendo nos meus que eu estava.
- Vou responder à sua pergunta.
 Ele tirou a carteira do bolso da calça. pós a mão dentro da divisória de couro e pegou um espelho redondo bem pequeno, mais ou menos do tamanho de uma moeda de vinte e cinco centavos.
Disse então o seguinte:
- Quando eu era pequeno, durante a guerra, éramos muito pobres e vivíamos em um vilarejo distante. Certo dia, na estrada, encontrei os pedaços partido de um espelho. Uma motocicleta alemã tinha se acidentado naquele lugar.
- Tentei encontrar todos os pedaços e juntá-los, mas não era possível. Então guardei só o pedaço maior. Este aqui, que esfreguei em uma pedra, fazendo-o ficar redondo. Comecei a brincar com ele e fiquei fascinado ao descobrir que podia refletir a luz em lugares escuros, onde o sol nunca brilhava; em buracos profundos, fenda e armários. Aquilo virou um jogo para mim, levar luz aos lugares mais inacessíveis que conseguia encontrar.
- Guardei o espelhinho e, à medida que ia crescendo, eu o tirava do bolso nos momentos em que não estava fazendo nada e continuava com desafio do jogo. Quando virei homem, comecei a entender que aquilo não era só brincadeira de criança, mas uma metáfora para o que eu poderia fazer com minha vida. Acabei percebendo que não sou a luz ou a fonte de luz. Porque a luz - a verdade, a compreensão, o conhecimento - está ali e vai iluminar muitos lugares escuros se eu a refletir.
- Eu sou apenas o fragmento de um espelho do qual não conheço a forma nem toda finalidade. Mesmo assim, com o que tenho, posso refletir a luz nos lugares escuros deste mundo, sobretudo nos corações dos seres humanos, e posso mudar algumas coisas em algumas pessoas. Talvez outras pessoas me vejam fazendo isso e façam mesmo. É para isso que eu vivo. É este o significado da minha vida.

Robert Fulghum

E ai gostaram do texto? Me contem ai nos cometários. :)

Beijos!

24 julho 2015

Tag - Hábitos de leitura



Oi mochileiros,

Tudo bem?

Li/assisti essa tag em alguns blogs,e decidi responde-la,pois mistura duas coisas que eu amo tags + livros.

Tag - Hábitos de leitura

1 - Quando você lê? 

Sempre que eu tenho tempo, se eu puder passar o dia todo lendo, passarei.

2 - Você lê apenas um livro de cada vez?

Não,sou muito ansiosa, por isso sempre inicio um livro sem ter terminado o outro, leio em media quatro ou cinco por vez.

3 - Qual seu lugar favorito para ler?

Meu quarto.

4 - O que você faz primeiro: lê o livro ou assiste ao filme?

Leio quase sempre o livro primeiro.

5 - Qual formato de livro você prefere?

Livro físico, eu gosto de ter o livro em mãos.

6 - Você tem algum hábito exclusivo ao ler?

Esboço emoções enquanto leio, as vezes estou quieta lendo, ai acontece algo engraçado no livro eu começo a gargalhar sozinha. #loka

7 - As capas de uma série tem que combinar ou não importa?

Eu prefiro que combinem, por exemplo, quando o livro é relançado depois do filme com capas dos personagens/atores, se eu começar a comprar os que tenham as capas dos personagens, vou desejar que todos sejam assim.


E ai gostaram da Tag ? Me respondam ai nos comentários. :)

Beijos!

18 outubro 2014

Como atirar vacas no precipício


                                                   
Oi Mochileiros,

Tudo bem?

O texto abaixo é o meu favorito de um livro de contos chamado " Como atirar vacas no precipício ", o conto trás uma reflexão sobre a vida, sobre como as pessoas encaram as dificuldades, e como as vezes nós não devemos questionar certas mudanças, apenas aceita-las e seguir em frente. Por que no fim, amanhã sempre será um novo dia, com um milhão de novas possibilidades.

Como atirar vacas no precipício



Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre a importância dos encontros inesperados. De acordo com o mestre, tudo que está diante de nós nos oferece uma chance de aprender ou ensinar. Quando cruzavam a porteira de um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável, o discípulo comentou: - O senhor tem razão. Veja este lugar… Acabo de aprender que muita gente está no paraíso, mas não se dá conta disso e continua a viver em condições miseráveis.
- Eu disse aprender e ensinar – retrucou o mestre. Constatar o que acontece não basta; é preciso verificar as causas, pois só entendemos o mundo quando entendemos as causas.
Bateram à porta da casa e foram recebidos pelos moradores: um casal, três filhos, todos com as roupas sujas e rasgadas.
- O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas – observou o mestre ao pai de família. Como sobrevivem aqui?
E o homem, calmamente, respondeu.
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Parte desse produto nós vendemos ou trocamos, na cidade vizinha, por outros gêneros de alimentos. Com a outra parte, produzimos queijo, coalhada e manteiga para o nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo.
O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por um momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:
- Pegue a vaquinha daquele homem, leve-a ao precipício e jogue-a lá embaixo.
- Mas ela é a única forma de sustento da família! – espantou-se o discípulo.
O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe pedira o mestre, e a vaca morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória.
Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo à família, pedir perdão e ajudá-los financeiramente.
Ao chegar lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático.
- Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos?
- Continuam donos do sítio.
Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida.
- Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu no precipício e morreu – disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como as plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa dos meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas.
Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!

Moral da história: Algumas mudanças por mais difíceis que sejam, são necessárias, deve-se erguer a cabeça e seguir em frente.

  • Texto retirado do livro "Como atirar vacas no precipício" da autora Alzira Castilho.
E vocês estão precisando atirar vacas no precipício? Gostaram do texto? Me contem ai nos comentários. :)

Beijos !